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5.1.16

Marcelo: a fazer de morto



«Marcelo foi um comentador televisivo excelente, mas conforma-se no papel de candidato suficiente. Não há alegria na sua campanha, não se vislumbra uma campanha sequer. Não entusiasma ninguém porque preferiu desaparecer. Não levanta ondas. Desaparecido sem combate, porque fosse ele jogador de boxe e só treinava a cintura - para se desviar dos golpes, das luvas dos outros nove que contra si estão apontadas. (…) Ao candidato a Presidente da República exige-se a não resignação. Se lá chega em ponto morto, porque haveremos de acreditar que será ele depois a puxar por isto?»

Sérgio Figueiredo

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