«Era aceitável que Luís Montenegro continuasse em funções se fosse ministro de um outro qualquer primeiro-ministro? Não.
Se o primeiro-ministro fosse, por exemplo, Jorge Moreira da Silva ou Miguel Morgado, já o teriam demitido da pasta que ocupasse desde as primeiras notícias sobre a empresa.
Agora, quando o Expresso revela que o escritório de Luís Montenegro, que trabalhava para a Câmara de Espinho, fez pareceres a defender a empresa de construção ABB contra a própria câmara, o caso sobe um patamar. O próprio Luís Montenegro terá assinado um dos pareceres favoráveis ao empreiteiro que depois lhe forneceu o betão para a sua casa de luxo em Espinho. Isto são coisas normais?»
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