15.10.25

A lentidão dos gabinetes

 

«Em março, o Parlamento aprovou uma lei que deu origem a 302 novas freguesias. O objetivo foi permitir (como aconteceu) a eleição dos órgãos das freguesias desagregadas, com um calendário adequado ao trabalho político e à operacionalização no terreno. Chegados a meados de outubro, sete meses depois, ouve-se o alerta do ministro da Coesão Territorial de que o pagamento de salários a funcionários das novas freguesias poderá estar em risco a partir de novembro.

A questão não é, obviamente, de falta de verbas. Elas existem e estão orçamentadas, porque estamos a falar apenas de uma transferência de funcionários que saem de uma União e entram nos novos órgãos que agora irão tomar posse. Como se explica, então, esta dificuldade? Importa recuperar algumas datas que parecem demonstrar que, mesmo quando as questões estão identificadas, tudo se faz com uma lentidão incompreensível.»

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