«Portugal está mais perto do que nunca de reconhecer um Estado Palestiniano, sendo esse o sentido óbvio do comunicado agora divulgado pelo gabinete do primeiro-ministro. (…)
Mário Soares foi nisso exímio, ou não fosse ele o presidente português que estava a jantar em Gaza com Yasser Arafat quando em Telavive Yitzhak Rabin, com quem o presidente português tinha almoçado antes na visita que fez a Israel, foi assassinado por um extremista judeu contrário aos Acordos de Oslo. (…)
Não será em Nova Iorque em setembro que a paz final entre israelitas e palestinianos será obtida. Mas seria importante o mundo, seja o Ocidente sejam os países árabes, envolver-se de uma forma menos cínica do que no passado. (…)
Acontecerá a breve prazo? Há uma solução para pôr fim ao ciclo de ódio? Que cada um dê a sua resposta. Mas que a mortandade que grassa naquele recanto do mundo tem de parar, é uma questão de humanidade. É preciso voltar a dar esperança.»
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