11.2.21

Vacinação – Simplifique-se!



 

«Para: Presidente da República, Primeiro-MInistro, Ministra da Saúde, DGS 
O plano nacional de vacinação assenta numa lógica corporativa e de grupos, o que têm dificultado a sua aplicação e proporcionado a fraude, além da verificação dos critérios se ter tornado num quebra-cabeças burocrático para toda a estrutura da saúde pública, já profundamente abalada.

Afigura-se como correcto afirmar que o principal fator de risco da doença COVID-19 é a idade, conforme confirmam estudos científicos e demonstra a estatística da mortalidade e dos internamentos em Portugal. Assim, se rapidamente se chegar à imunização de cerca dos 20% da população que representam 80% das mortes (os cidadãos acima dos 70 anos), grande parte dos riscos e da pressão sobre o SNS serão aliviados e mais rapidamente o crescimento da economia poderá ser retomado.

O quadro de escassez de produto na União Europeia e os apelos feitos pela Comissão Europeia para que sejam prioridades os cidadãos com mais vulnerabilidade, bem como o objetivo comunitário assumido de ter 80% da população acima dos 80 anos vacinada o mais rapidamente possível, sedimentam a ideia da urgência na alteração dos critérios de vacinação em Portugal.

Tendo em conta o que atrás de descreve, apelamos a que as autoridades nacionais sejam sensíveis à mudança completa do paradigma da vacinação, adotando-se a idade como critério único, assim que vacinada todos os profissionais de saúde.

A vacinação por idade é fácil de comunicar (poderá ser feita uma comunicação nacional genérica que, entre os dias x e y serão vacinadas as pessoas com determinada idade) e a sua verificação é simples e fiável, através do cartão do cidadão.

Dessa forma, evitam-se fraudes, acelera-se o processo, descongestionam-se os serviços administrativos públicos de saúde e eliminam-se mais rapidamente os riscos entre a população que mais sofre com a doença.»

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