Eles lá saberão o que os faz correr...

No dia 16 de Maio, tomou posse o 1º Governo Provisório.
Recordemos algumas caras, os nomes dos ministros e, para quem estiver interessado, o Programa do Governo.
- Primeiro-Ministro: Adelino da Palma Carlos
- Ministros sem Pasta:Álvaro Cunhal, Francisco Pereira de Moura, Francisco Sá Carneiro
- Ministro da Defesa Nacional: Mário Firmino Miguel
- Ministro da Coordenação Interterritorial : António de Almeida Santos
- Ministro da Administração Interna: Joaquim Jorge Magalhães Mota
- Ministro da Justiça: Francisco Salgado Zenha
- Ministro da Coordenação Económica: Vasco Vieira da Almeida
- Ministro dos Negócios Estrangeiros: Mário Soares
- Ministro do Equipamento Social e Ambiente : Manuel Rocha
- Ministro da Educação e Cultura: Eduardo Correia
- Ministro do Trabalho: Avelino António Pacheco Gonçalves
- Ministro dos Assuntos Sociais: Mário Murteira
- Ministro da Comunicação Social: Raul Rego
Iria durar dois meses: na sequência do pedido de demissão de Palma Carlos, é formado o 2º Governo Provisório, presidido por Vasco Gonçanves, que toma posse em 18 de Julho.
Pode ler
aqui o programa do 1º Governo Provisório.
Tão maltratada, tão empobrecida – agora tão disputada.
Hoje lembrei-me do José Cardoso Pires que amou tanto esta cidade.
«Logo a abrir, apareces-me pousada sobre o Tejo como uma cidade de navegar. Não me admiro: sempre que me sinto em alturas de abranger o mundo, no pico dum miradouro ou sentado numa nuvem, vejo-te em cidade-nave, barca com ruas e jardins por dentro, e até a brisa que corre me sabe a sal. Há ondas de mar aberto desenhadas nas tuas calçadas; há âncoras, há sereias. O convés, em praça larga com uma rosa-dos-ventos bordada no empedrado, tem a comandá-lo duas colunas saídas das águas que fazem guarda de honra à partida para os oceanos. Ladeiam a proa ou figuram como tal, é a ideia que dão; um pouco atrás, está um rei-menino montado num cavalo verde a olhar, por entre elas, para o outro lado da Terra e a seus pés vêem-se nomes de navegadores e datas de descobrimentos anotados a basalto no terreiro batido pelo sol. Em frente é o rio que corre para os meridianos do paraíso. O tal Tejo de que falam os cronistas enlouquecidos, povoando-o de tritões a cavalo de golfinhos» (*).
(*) José Cardoso Pires, Lisboa – Livro de Bordo, D. Quixote, Lisboa, 1997, p.7
When I get older, losing my hair, many years from now,
Will you still be sending me a Valentine, birthday greetings, bottle of wine?
If I'd been out 'till quarter to three, would you lock the door?
Will you still need me, will you still feed me,When I'm sixty-four?
You'll be older, too. And if you say the word, I could stay with you.
I could be handy, mending a fuse, when your lights have gone.
You can knit a sweater by the fireside, Sunday mornings, go for a ride.
Doing the garden, digging the weeds, who could ask for more?
Will you still need me, will you still feed me, when I'm sixty four?
Every summer we can rent a cottage in the Isle of Wight if it's not to dear.
We shall scrimp and save.
Grandchildren on your knee, Vera, Chuck, and Dave.
Send me a postcard, drop me a line stating point of view.
Indicate precisely what you mean to say, yours sincerely wasting away.
Give me your answer, fill in a form, mine forever more.
Will you still need me, will you still feed me, when I'm sixty four?


Dis moi!!!
Nicolas Sarkozy,
Pourquoi ton père
A fui la Hongrie?
Vale a pena ver e ouvir!...